
Depois de consolidar uma operação local, o fictício Grupo Sette entra em uma nova fase. A empresa prepara unidades fora de Joinville, profissionaliza a gestão e tenta crescer sem transformar seus restaurantes em uma fórmula repetida.
O Grupo Sette passou os últimos anos construindo reputação em Joinville.
Agora, quer testar se essa força também funciona fora da cidade.
Criado em 2018, o grupo reúne quatro operações gastronômicas com propostas diferentes entre si, mas integradas por uma mesma estrutura administrativa.
Em 2026, o faturamento conjunto chegou a R$ 36 milhões.
Para os próximos três anos, o plano prevê investimento de aproximadamente R$ 22 milhões na abertura de novas unidades, expansão da cozinha central e reforço da equipe executiva.
A primeira saída de Joinville
A primeira nova operação deve abrir em Blumenau.
Depois, o grupo pretende avançar para Itajaí e Curitiba.
A estratégia evita, por enquanto, capitais maiores e mercados excessivamente competitivos.
Segundo o fundador fictício, Daniel Sartori, de 38 anos, o crescimento precisa acontecer em cidades onde a marca consiga construir presença de maneira gradual.
“Não queremos abrir dez restaurantes em dois anos e passar os próximos cinco tentando consertar a operação.”
A frase resume a cautela do grupo.
Crescer sem perder identidade
O maior desafio está em manter consistência.
Restaurantes dependem de execução diária, equipe, atendimento, produto e experiência.
Isso significa que uma expansão mal planejada pode comprometer rapidamente uma marca construída ao longo de anos.
Por isso, o Grupo Sette começou a padronizar processos que antes dependiam muito dos próprios fundadores.
Receitas, compras, treinamento, atendimento e controle financeiro passaram a seguir protocolos únicos.
Ao mesmo tempo, a empresa tenta evitar que isso retire personalidade das unidades.
A profissionalização vem antes da escala
Nos últimos 18 meses, o grupo contratou profissionais para áreas de operações, marketing, finanças e expansão.
A mudança reduz a dependência dos sócios na rotina.
Até então, decisões importantes ainda passavam quase sempre por eles.
Agora, a ideia é criar uma estrutura capaz de abrir novas unidades sem que os fundadores precisem estar fisicamente em cada restaurante.
A cozinha também virou negócio
Outra frente de crescimento é a produção centralizada.
Parte dos molhos, sobremesas e preparos-base já é feita em uma cozinha própria e distribuída para as unidades.
A operação deve ser ampliada em 2027.
Além de melhorar controle de qualidade, a estrutura pode permitir no futuro a criação de produtos próprios para varejo.
O grupo já estuda uma linha de molhos, massas e itens congelados.
Gastronomia também é marca
Para Sartori, o grupo deixou de enxergar seus restaurantes apenas como pontos de venda.
Cada unidade passou a funcionar como uma marca independente, com linguagem, arquitetura e público próprios.
Essa lógica ajudou a empresa a não depender de um único conceito.
Também abriu espaço para experimentar formatos diferentes.
O teste começa fora de casa
A expansão para outras cidades será o primeiro grande teste dessa estratégia.
Em Joinville, o grupo já tem reconhecimento, relacionamento e clientes recorrentes.
Fora dela, começará quase do zero.
Se conseguir repetir resultado sem repetir personalidade, o Grupo Sette pode transformar uma operação local em uma marca regional relevante.
E é justamente aí que crescimento deixa de ser apenas abrir portas.
Passa a ser construir presença.
Conteúdo fictício criado exclusivamente para demonstração editorial e visual da TP. Empresas, pessoas, números e acontecimentos mencionados nesta matéria são inventados.